Reconhecimentos



Obra do escritor Delmar Domingos de Carvalho,

cada vez mais reconhecida internacionalmente


A actividade literária e jornalística de Delmar D. Carvalho vem desde jovem, como podemos analisar por meio de alguns dados biobibliográficos constantes em várias “Páginas” na Internet, em Portugal, no Brasil, como noutros meios de comunicação, caso dos constantes na sua última obra publicada, agora lançada ao público, e que é a primeira biografia sobre Coménio em português. Por aqui podemos ver que a sua intervenção jornalística vai desde diversos países da América latina, até a alguns na Europa. Também a sua actividade literária é reconhecida em vários povos, na América latina tem duas obras traduzidas em espanhol, e de modo especial nos países da lusofonia; como artigos sobre a nossa cultura, publicados em russo. Tem participado em diversas Antologias, Agendas, Colectâneas, lusófonas, onde participaram autores e escritores desde angolanos, brasileiros, cabo-verdianos, guineenses, moçambicanos, são-tomenses.

É membro da Associação de Escritores e Artistas, com sede em Rio de Janeiro-Brasil; membro do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora, com sede em Lisboa; membro do Movimento Internacional de Lusofonia, (MIL), com sede no Palácio da Independência, Lisboa; recentemente passou a ser membro correspondente do Círculo de Escritores de Espanha, sede em Santiago de Compostela.

Neste caso, muito recente, foi motivo de grande alegria pela sua amizade à cultura da Galiza, que, como todos sabemos, está muito unida à lusíada. O idioma galego é mais semelhante ao português do que ao castelhano daí o Governo Regional da Galiza ter deliberado no sentido do nosso idioma ser mais ensinado e cultivado nesta Região que, segundo o autor também é regido pela constelação de Piscis, como Portugal!

O reconhecimento da sua obra foi consagrada pela Associação de Escritores de Angra dos Reis, no Brasil, com o prémio da Liberdade de Expressão, apenas mais dois escritores portugueses o receberam; como a Ordem de Maat, com sede em Rio de Janeiro, devido ao valor da sua obra, incluindo na defesa do meio ambiente, o elegeu, no ano 2010, como o rosacruciano do ano.

No Bombarral além de ter sido responsável por várias exposições, como por outras colaborações em várias associações, algumas foi sócio fundador, lançou alguns livros na nossa localidade, e deste modo levou o nome do Bombarral a outros cantos de Portugal e até aos USA, pois segundo sabemos uma das suas Exposições foi noticiada neste país, em seis idiomas: inglês, alemão, italiano, francês, espanhol e português.

E no meio de tudo isto, o escritor jamais recebeu um tostão pela sua actividade! Tudo é feito de modo altruísta e para ajudar Instituições, etc.

Em Portugal é ostracizado, e como muitos outros livres-pensadores, não estando ligado a nenhum feudo, é “persona non grata”.

Isso é positivo, embora muito negativo para o seu querido Portugal ainda vivendo sob uma nuvem muito cinzenta.

 

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