Obras Colectivas


Revista “NOVA ÁGUIA”,

Pessoa, A Mensagem e a Lusofonia



Como é meu dever colaborar, aqui está mais um exemplo. E porque está relacionada com a Lusofonia, maior é essa obrigação.

A Vida que é a Rosa...
A rosa que é Cristo,
como é a do Encoberto.

Algumas passagens
do poema ENCOBERTO
de Fernando Pessoa,
na MENSAGEM.



Em minha opinião, a MENSAGEM é uma das obras mais preciosa de Fernando Pessoa.

Este trabalho esotérico é um dos principais temas escolhido para a revista NOVA ÁGUIA, nº 14, 2º semestre de 2014.

Segue a capa.


Capa de Nova Águia


Contracapa de Nova Águia
A contracapa


A actual revista veio continuar o trabalho da A ÁGUIA, ligada à Renascença Portuguesa que foi editada desde 1912 até 1932. Nela colaboraram desde Teixeira de Pascoaes, Leonardo Coimbra, Hernâni Cidade, Raul Proença, António Sérgio (polígrafo, fundador do Instituto Portugues de Oncologia), Afonso Lopes Vieira, António Correia de Oliveira, Teófilo de Braga, Almeida Garrett, Camilo de Castelo Branco e o nosso Fernando Pessoa, entre outros.

No fundo, todos os que procuraram e lutaram pela defesa da cultura portuguesa, pela sua dinamização e universalização, contra os Velhos do Restelo.

Na capa da revista surge outro tema: “8 Séculos da Língua Portuguesa”.

Tem sido alvo de muitas conferências, debates, etc., etc., etc., e na maioria das vezes não é focado o trabalho sobre este assunto de incomensurável valor para a lusofonia do nosso amigo professor doutor Roberto Moreno, luso-brasileiro, que foi o primeiro que reconheceu como “certidão do nascimento” do nosso idioma, o Testamento do Rei Afonso II, datado de 27 de Junho de 1214, o documento número UM escrito em português. Registou essa sua “descoberta” na Sociedade Portuguesa de Autores, em 2009, sendo o criador desta temática sobre os oito séculos da Língua Portuguesa, apresentando a ideia de ser feito anúncio na copa do Mundo no Brasil, neste ano.

Mais tarde coube a D. Dinis decretar o uso do galego-português, o então idioma falado, na literatura como nos documentos oficiais, em vez do latim.

Voltando ao tema da MENSAGEM, tive a honra de colaborar neste número com um artigo sob o tema: Mensagem, Quinto Império, Portugal e a Lusofonia. Nele começo por analisar o valor cabalístico da palavra mensagem que é igual a 10, ou seja a Unidade. Logo a missão desta obra é ajudar a que o idioma português, com quase trezentos milhões de falantes, cumpra a sua cósmica missão de levar ao mundo a mensagem da Unidade, na diversidade.

A seguir fala-se sob a divisão desta obra, em 3 partes, a Trindade na Unidade, e no campo temporal, passado, presente e futuro, em que Pessoa soube fazer a ligação.


Mensagem, Quinto Império, Portugal e a Lusofonia


Vista parcial da assistência
Vista parcial da assistência

Entre os vários artigos constantes neste número desde Adriano Moreira, Fernando Dacosta, Joaquim Carvalho, Sofia Vaz Ribeiro, até Renato Epifâneo, Eduardo Aroso e Delmar Gonçalves, está uma preciosa colaboração de Manuel Ferreira Patrício, já esteve no Bombarral, grande defensor da obra de Coménio, que foi reitor da Universidade de Évora, autor da Música ligada ao MAR PORTUGUÊS, um dos temas da Mensagem.

Espera-se que em breve haja uma edição em CD.


A editora ZÉFIRO, apartado 21, Sintra, Portugal, é quem publica esta revista que está ligada ao MIL, Movimento Internacional Lusófono, com sede no Palácio da Independência, Lisboa.


Finalmente, informamos que no dia 30 de Novembro a Casa Fernando Pessoa estará aberta ao público para comemorar várias datas ligadas ao seu patrono.

A localização desta Casa-Museu é: Rua Coelho da Rocha, 16, Lisboa, Portugal.

 

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