Obras Editadas


Pintura com Palavras


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Índice


Nota de Abertura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Biobibliografia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .    

Prefácio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Notas Explicativas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


Amor

À minha querida Mélita. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Amor Intemporal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

O Amor é Chama do Espírito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Uma Fada cheia de Beleza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


Viagens
(Fraternidade Universal)

Budapeste, Cidade das Rosas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Em Praga, Cidade Monumental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Na Terra de Shakespeare Imortalizável. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Viena, és da Música, a Capital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Na Áustria, País Organizado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Bruxelas Sede da União Europeia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

A Casa Ana Frank em Amesterdão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Uma Viagem no Rio do Ouro e das Neblinas . . . . . . . . . . . . . . . . . .

De Siena para a Cidade da Flor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Muros, Dividindo os Seres Humanos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Éfeso, a Matéria é uma Ilusão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Numa Noite de Bailado em Seteais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


Epigramas

Numa Civilização Global. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

O Labirinto do Século XXI . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

O Comunismo, Marxista, Leninista e Estalinita . . . . . . . . . . . . . . . .

Os Conservadores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Viva o Socialismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

O Mundo Atual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Vivemos numa Democracia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


A Natureza
(Ecologia)

À Velha e Amiga Pereira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Quando a Água corria nos Ribeiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

A Poluição, Falam as Ninfas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


De tudo um pouco

Deus te dê uma Noite Calma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

O Mundo vai para Melhor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Como para Viver . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Educação Sexual. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Na Gruta de Vénus. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Chamam-te Rainha das Flores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Valorizar o Património Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

O Património será Publicitado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Poema ao Bombarral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


Esoterismo

Para Glória de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Evolução Maravilhosa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


Singelas Homenagens a alguns Vultos
da História da Humanidade


Goethe, o Último Enciclopedista. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Tributo a Fernando Pessoa nos 120 anos do seu Nascimento. . . . . .

Tomar, cidade Templária. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Camões, o Incompreendido?. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Francisco Marques Rodrigues, o Paracelso Lusitano . . . . . . . . . . . .

Max Heindel, o Arauto da Idade do Aquário. . . . . . . . . . . . . . . . . .

Tolstoi, uma Pentalfa Dourada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Nota de Abertura


Um Sábio Pensamento
de
Paracelso


Não te preocupes muito em ver quem é por ti ou
contra ti.
Ou se buscam destruir o que fazes.

Porém, tem cuidado,
sim, que seja DEUS contigo
e em tudo o que fazes
.”


Versão livre de
Delmar Domingos de Carvalho



Prefácio

Sempre entendi poemas e pensamentos como “sementes” doadas à humanidade.

A semente, como sabemos, contém em si os poderes latentes que, uma vez cultivados, resultarão em nutritivo fruto ou formosa flor. Dentre esses poderes um há, no entanto, que independente da espécie biológica é essencial para a revelação da semente: é o poder de germinar, é a Vida.

Da mesma forma com estes poemas. Através da descrição das inúmeras atividades humanas o autor nos faz refletir a fim de encontrarmos o essencial em nós, aquele poder latente que, a exemplo da semente, sabemos que possuímos, mas que relutamos em lançá-lo a terra e cultivá-lo para germinar. Que poder seja esse é fácil constatar, e o amigo Delmar de Carvalho com seus “poemas-sementes” já nos facilita o cultivo.

Assim, vemos a compaixão que transparece em A Casa Ana Frank em Amesterdão; o amor à natureza e o respeito para com o planeta em que vivemos, revelado em À Velha e Amiga Pereira e Quando a Água Corria nos Ribeiros e a gratidão para com aqueles que nos trouxeram anteriores ensinamentos, expressados em Goethe, o Último Enciclopedista e Max Heindel, o Arauto da Idade do Aquário.

Sentimentos e comportamentos a serem cultivados a fim de vivenciarmos um elevado Ideal que nos espera: o de Amizade e Fraternidade como deverá ser na Era de Aquário.

Mas, há também nesta obra, “sementes” mais difíceis de serem cultivadas. Aquelas que exigirão um verdadeiro laboratório. Trabalho de alquimista. Talvez algo dos ensinamentos rosacruzes. Vejamos, por exemplo, Educação sexual - quanta profundidade em uma única quadra!

O autor lançou suas “sementes” de Amor e Amizade. Nada mais lógico que elas contenham em si os poderes latentes para auxiliar, quem as cultive, a desenvolver um sentimento de Fraternidade Universal!

São Paulo, 28 de Maio de 2011


Maria Lázara Franzini
Professora de Educação Artística e de Música



Na Áustria, País Organizado

Na Áustria, país organizado,
Encantou desde o primeiro momento,
Com muita força, ficou bem gravado,
Na mente, no coração e no corpo do sentimento.

Quando, pela primeira vez, o visitámos,
Parecia que estávamos noutro mundo!
E só no momento em que aterrámos,
É que saímos do sonho profundo.

Viena é música a cada canto!
São praças, canteiros com flores,
Tudo causa um doce encanto
Que nos liberta das dores...

Salzburgo, cidade mozartiana,
Pelos deuses foi abençoada;
Também é paracelsiana;
Por isso por nós é muito amada.

Tirol com as suas danças típicas;
Klagenfurt onde fomos bem recebido;
No interior, lendas míticas,
Um povo que nunca mais ficou esquecido.

Várias vezes a visitámos!
Há sempre algo a descobrir,
Mas o melhor é lá pernoitarmos
Uns bons dias para ouvir

Mozart, Beethoven, e muitos outros compositores.
Mas com uma vienense bailar,
Cujo corpo etéreo era feito de pétalas de flores
N’As Rosas do Sul nos fez voar
À nossa pátria celestial
Na linguagem do Amor universal.

Viena, 10 de Julho de 1995

 
Bruxelas Sede da União Europeia

Bruxelas, sede da União Europeia,
No campo administrativo, essencialmente,
Temos uma União ou uma teia
De nacionalismos, ou de egoísmos, mormente?

Como em tudo devemos procurar o Bem.
É uma cidade com uma Praça cheia de Histórias
Conhecida pela Grand Place, que tem
Grandes monumentos, com ricas memórias.

Nela assistimos a um concerto muito peculiar,
Onde a cor se unia ao som e ao sentir de uma multidão,
Um espectáculo maravilhoso, ímpar,
Que ficou bem gravado em meu coração.

No cimo da sede da Câmara Municipal
Vemos, em honra do Arcanjo S. Miguel, uma escultura;
Ele que é o verdadeiro padroeiro de Portugal
Da sua universalista e rosacruciana cultura...

Também, nesta praça, Victor Hugo viveu,
O nobre e culto poeta da Escola Rosacruz,
Cuja obra, plena de amor, universal, floresceu,
Deixando páginas e páginas cheias de Luz.

Incluindo para os Estados Unidos da Europa,
Para quem ofereceu a sua Biblioteca iluminada,
Consciente do valor do mito da Virgem Europa,
Na qual a Lusitânia está no cimo, coroada!

Bruxelas, 30 de Julho de 1995

 
Uma Viagem no Rio do Ouro e das Neblinas

Uma viagem no rio do ouro e das neblinas
Envolto em lendas, em mitos, fonte de inspiração;
Como de paisagens maravilhosas, das suas colinas;
Estamos no Reno onde suas belas Ondinas dão a mão

Aos Gnomos, Silfos, Salamandras e outros Elementos
Para nós, foi uma viagem até à Época Atlante,
Com Wagner e Max Heindel em seus ensinamentos,
E com o desejo profundo de um cavaleiro andante

Desejava subir ao cimo da montanha;
Despir-me das velhas roupas do passado,
Do egoísmo de Albérico, da minha artimanha,
Ser como um Siguefredo: andar num cavalo alado.

Olhei para o Sol que estava brilhante;
Desejei libertar-me do destino maduro,
Como se isso fosse possível num só instante!
Tens de aprender as lições, mas é duro!

Desci até às Ondinas do Reno cheio de História,
Rota que une pessoas, de grande comunicação;
Muito ficou registado na minha memória,
E muito, muito mais no meu coração!

Algures, no Reno, 3 de Agosto de 1995

 
        Francisco Marques Rodrigues, O        
Paracelso Lusitano


O Paracelso Lusitano, tinha Cristo como Ideal,
É o nosso querido Mestre e Amigo
Que derramou Luz e Amor em Portugal
E que teve muito trabalho comigo!

Só um Ser muito elevado
Teria a paciência e o Amor,
De me ter aturado
E deste modo me libertou de profunda dor.

Ao seu lado havia Paz e Harmonia,
Com muita profundidade;
Como segurança e Sabedoria,
Em espírito de Fraternidade.

Sofreu, porque muito amou.
Viveu os puros ideais rosacrucianos:
Por isso, também muito perdoou
Aos oportunistas e aos falsos puritanos!

Como Job tinha uma infinita paciência,
Tendo Cristo como Ideal,
Deixou uma obra cheia de sapiência
Para a Cultura Universal.

Um dia ser-lhe-á dado o devido valor,
Incluindo ao seu exemplo nobre
De Humildade, Servindo com Amor,
A todos ajudando e mais ainda ao pobre!

Não há palavras para o Mestre Amado
Para quem muito semeou;
De noite e de dia trabalhou.
Fico por um imenso: Muito Obrigado!

Bombarral, 21 de Março de 1992
 

 

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