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A Quinta dos Quatro Elementos


Capa de A Quinta dos Quatro Elementos
Capa


Contracapa do livro A Quinta dos Quatro Elementos
Contracapa


You enter into this Fifth of the Four Elements. It is a wonder of wonders.

A Story that encloses fiction and reality, utopia and topiary; it is already topiary if altruism dominates our hearts, if each is a channel for Peace, for Brotherhood, the Light of Wisdom, for Universal Love.

For translate and adapted from the Portuguese: ON EDUCATION, by Delmar Domingos de Carvalho

Ver: www.RFFriends.org/wpx



Algumas palavras de regozijo

As histórias tradicionais, nos seus enredos, incorporam sempre, mais ou menos explicitamente, alguma forma de mito, “vestido” com a roupagem do tempo, de modo a que o leitor se sinta mais atraído e, nisso, possa apreender o significado profundo do que lê. Não é necessário dar exemplos, pois a lista seria fastidiosa, embora seja bom lembrar que a razão apontada acima é que nos mostra como essas histórias se mantêm ao longo dos tempos, e também (causando-nos sempre algum espanto) o porquê das crianças e jovens de cada época as receberem sempre com uma motivação, dir-se-ia natural.

Nesta complexa mas atrativa história de Delmar Carvalho, vemos como que uma espécie de contraponto ou de preenchimento da metade do círculo, ou seja, o seu conto apresenta-nos arquétipos para o futuro da humanidade. O autor – que em outros momentos também labora em parceria perfeita com sua esposa Maria Amélia - há muito que nos habitou a uma literatura cujo ideal está muito além e acima das vivências da humanidade atual. O autor, inspirado e alicerçado na filosofia oculta rosacruz e na necessária completude de sentimento místico, dá-nos, nas obras concebidas segundo a sua imaginação, os mais belos e profundos ensinamentos dados por Max Heindel ao mundo ocidental.

Como o autor frisa, nas notas preliminares, esta obra pretende ser, antes de mais, uma pedagogia viva, que, diga-se, foi bem conseguida quanto aos ideais expostos – alguns só plenamente atingidos daqui a séculos e outros a milénios. É que A Quinta dos 4 Elementos está assegurada no tempo, isto é, não corre o risco do seu conteúdo cair em desatualização, como acontece com uma grande parte de publicações que, hoje em dia, inundam os mercados na mira de grandes vendas. Para as atuais gerações, o livro já é “futurista” e para as seguintes será uma história, estou certo, que as escolas de então poderão selecionar, entre outras, como matéria de ensino de fitoterapia, astronomia, astrologia, matemática sagrada, ensinamentos bíblicos, etc. Tudo isto está contido na obra. É certo que, atualmente, quem não tiver estudado a filosofia rosacruz não retirará toda a riqueza que existe nesta história. Todavia, seja qual for a preparação intelectual, qualquer um poderá beber dessa água fresca e límpida do futuro, se para ele caminhar com o coração desejoso de avançar.

Diríamos o mesmo de um ouvinte que, num concerto de obras de Mozart, nada soubesse de conhecimentos teóricos de harmonia e composição mas que, como simples mas sensível ouvinte, pode escutar na alma esse fluir mágico e misterioso da arte dos sons.

Nesta história, Teofrasto conduz o(s) visitante(s), ou seja, o Mestre que guia o aspirante/discípulo ao conhecimento espiritual. Mas note-se que, neste guiar, a vontade do caminhante é respeitada, ponto capital que distingue o mestre ocidental do guru do oriente. Entrar e conhecer a Quinta, significa dominar os 4 Elementos, trabalho alquímico de vidas e vidas. Alguém já disse que ao Criador não importa a pressa, sim a perfeição. Veja-se que, logo desde o início, se percebe que a estrutura desta Quinta - a imagem da Terra futura, sob a égide de Cristo, quando o egoísmo for coisa do passado – não se assemelha à maioria das arquiteturas desconexas e bizarras urbanas e rurais, onde cada palmo de terreno é dinheiro, muito dinheiro! A organização de A Quinta dos 4 Elementos obedece a uma matemática sagrada que, diga-se, já foi de algum modo implementada na Europa na Idade Média e no Renascimento pelos rosacruzes e templários que, entre outras manifestações, nos legaram o estilo gótico. Todavia... parece que, apesar do avanço da ciência (materialista) a construção das nossas cidades tem sido feita com uma “matemática anárquica” ou talvez com o espírito ainda muito perturbado pelo (des) valor do dinheiro. Por isso, é preciso insistir e tornar a insistir, e nisso a ação oculta mas edificante dos Irmãos Maiores da humanidade tem-se feito sentir, embora totalmente discreta.

Por certo o leitor não requer nenhum conselho para entrar nesta Quinta Luminosa. O ímpeto do seu coração e da sua alma que procura é que o levará à leitura. No entanto, deve estar ciente de que quantas mais vezes ler e reler a história, mais profunda a encontrará. Na verdade, só uma Quinta desta natureza pode satisfazer o nosso cansaço e desânimo pela “exatidão” de tantas economias e políticas salvíficas!... Só uma Quinta assim pode ser verdadeira ecologia para este fim de ciclo que vivemos, à imagem do poço da Samaritana – quem beber dessa água nunca mais andará sequioso.

6 de Janeiro de 2011 (Dia de Reis)


Eduardo Aroso
Professor, músico, compositor e escritor


Notas Preliminares

Estamos perante um trabalho que, muito embora seja um conto, dividido em duas partes, distintas, mas que se completam, ele encerra verdades intemporais, ligadas a mitos, símbolos, seres que alguma vã ciência ainda considera como algo absurdo e fantasioso.

Nele tudo toma parte na construção de uma nova Terra onde são respeitadas as sábias Leis da Natureza, onde, no caminho da vida cíclica e espiralada, caminhamos para concretizar as grandes utopias, os nobres sonhos idealistas e humanistas, construindo um Parlamento Mundial e a Fraternidade Universal.

Ao longo do conto encontramos valores éticos, intemporais, daí ter uma função profundamente pedagógica, nos ideais comenianos, paracelsianos e heindelianos.

As personagens principais estão num estado evolutivo para além do cidadão comum, ajudam todos os outros a conhecerem-se melhor a si próprios, como a trabalhar em sintonia com as Leis Cósmicas.

Os visitantes, vindos de diversas áreas do planeta, pelo conhecimento testemunhal de amigos, como uma Quinta maravilhosa, qual paraíso perdido, mas em que ainda há locais onde impera a poluição em todos os aspectos, isto na Primeira Fase.

Nela há uma simbiose entre o fantástico e o real, entre o sobrenatural e o terreno, que conduz a uma contemplação da Beleza que existe em diversas zonas da Quinta, como a tomar parte ativa na dinâmica da concretização de um mundo muito melhor.

Em nossa opinião é um trabalho que nos seduz desde o primeiro momento até ao final, em que tudo está em constante renovação sob saber experimentado e clarividência positiva.

Pedimos a que cada prezado leitor ou prezada leitora participe nesta grande obra com as suas singulares individualidades de modo a que este trabalho seja mais rico, mais diversificado, mais universal.

Uma obra onde a arte se une à ciência e à filosofia, como à religião cósmica, e onde uma mistura de ficção e de utopia nos eleva a um mundo mais perfeito, mais justo e mais fraterno, em que os seres humanos e os outros reinos, incluindo as Forças da Natureza tomam parte ativa, numa sintonia construtiva e libertadora.

5 de Dezembro de 2010


Delmar Domingos de Carvalho

 

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